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Mas, como já é de costume no mercado siderúrgico, o ritmo não é o mesmo para todo mundo. Enquanto um lado do planeta voa, o outro pisa no freio.
A região asiática segue como o verdadeiro motor do inox mundial. Sozinha, a Ásia produziu 13,4 milhões de toneladas (alta de 3,3%). Quem lidera é a China, que registrou um crescimento sólido de 4,3%, saltando de 9,4 para 9,8 milhões de toneladas.
A nota preocupante do trimestre vai para a União Europeia. O bloco viu sua produção encolher 4,6%, caindo para 1,4 milhão de toneladas métricas. Reflexo dos custos de energia ainda desafiadores e da demanda industrial oscilante por lá.
Por outro lado, o mercado norte-americano deu sinais de resiliência. Os Estados Unidos fecharam o trimestre com 566 mil toneladas, um crescimento modesto, mas importante, de 2,3%.

O bloco dos “Outros países”, grupo que inclui Brasil, Rússia, África do Sul, Ucrânia e Reino Unido, registrou a maior alta percentual do relatório: 6,7%, alcançando 305 mil toneladas. É o nosso bloco mostrando que, devagar e sempre, o inox ganha espaço por aqui.
Confira os dados detalhados da produção mundial em milhares de toneladas:
| Região | Q1 2025 | Q1 2026 | Variação (%) |
| China | 9.437 | 9.842 | + 4,3% |
| Ásia (Total) | 13.008 | 13.435 | + 3,3% |
| União Europeia | 1.539 | 1.468 | – 4,6% |
| Estados Unidos | 553 | 566 | + 2,3% |
| Outros (inc. Brasil) | 286 | 305 | + 6,7% |
| TOTAL MUNDIAL | 15.387 | 15.774 | + 2,5% |
